Justiça e Paz e Integridade da Criação

A nossa Regra de Vida nos pede que sejamos “os advogados, o sustentáculo e os defensores dos mais fracos e dos pequenos” (RVE 14), nas situações em que nós, espiritanos de hoje, nos encontramos. Por isso, precisamos de uma espiritualidade sólida que nos torne capazes de enfrentar situações de conflito, de estar atentos às situações de Justiça e Paz, de nos fazer avançar para as periferias e de correr os riscos.

Seja qual for o nosso tipo de apostolado, como sacerdote ou como irmão, procuramos ser testemunhas do Reino de justiça e paz, vivendo nas nossas comunidades uma autêntica caridade, feita de compreensão e de perdão mútuo, de partilha e de hospitalidade, sem qualquer forma de discriminação. (RVE 24)

Em síntese, cada espiritano é convidado a armar a sua tenda nas periferias existenciais, onde a injustiça campeia, e onde, infelizmente a dor e o sofrimento são parte da vida diária do povo.

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